Em tempos de barbárie é difícil enxergar o óbvio. Retire suas vendas

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São poucos os que conseguem respirar e refletir nesses tempos de barbárie. Uma minoria que ainda insiste em acreditar que podemos, quem sabe, algum dia, ter uma humanidade verdadeiramente para humanos.

Nas palavras de Vladimir Maiakovski

Para o júbilo
o planeta
está imaturo.
É preciso
arrancar alegria
ao futuro.
Nesta vida
morrer não é difícil.
O difícil
é a vida e seu ofício.

Difícil a vida sufocada por interesses que não são da própria vida.

Guerras travadas em nome de um deus, mas arquitetadas em salas luxuosas dos donos do poder global. Manipulação das consciências via digital. Envenenamento de pensamentos e comida.

Nada é por acaso. Nada está desconectado.

O planeta vive o fim da era do petróleo, atravessa seu Ponto de Mutação e as consequências recaem sobre todos nós. A Terra sofre a pressão de uma sociedade onde o poder da grana ergue e destrói coisas belas em menos de um segundo.

O poder global do dinheiro impõe uma sociedade de competição.

O medo e o desalento abrem espaços para soluções onde os outros são sempre o problema. A beleza da diversidade se transforma em ameaça. A riqueza das florestas vira medo e distanciamento.

No Brasil impera o reino da barbárie.

Não está sozinho num mundo de déspotas ignorantes e brutos ocupados apenas em garantir mais algum tempo de sobrevivência para esse modelo falido. Não conseguirão.

O medo pode paralisar, mas não pra sempre.

Aos poucos, a tomada de consciência vem. Nem é tão difícil assim perceber que novos carros e roupas e luxos e pompas de nada servem sem amor, sem esperança e sem cooperação.

Do que precisamos nós humanos para viver? Água e comida? Isso a natureza nos dá de graça.

O planeta Terra não é um comércio. A Terra é a nossa vida. Estamos intrinsecamente ligados a ela. Somos parte. E isso não é retórica. É preciso apenas tirar as vendas para enxergar o óbvio.

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