Campanha Estaçãozinha Pede Socorro tem novo encontro neste sábado

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A campanha “Estaçãozinha Pede Socorro”, que defende a valorização do lugar de memória do entorno e das ruínas da Estação Jundiahy-Paulista, de 1898 (atingida por incêndio em seu 120º aniversário), promove neste sábado, 23, mais um encontro das 10h às 11h.

A atividade prevista é de encontro de voluntários para poda de mato na fachada e limpeza em geral. Mas também devem ocorrer a presença de grupo de dança cigana da professora Sara Yacov, do Celmi, e uma pequena exposição de imagens do Viaduto São João Batista da época de sua construção em 1950, do acervo do veterano marceneiro Leonello Vicente.

Os encontros são de curta duração para manter o caráter de “guerrilha cultural” pela memória social e pelo patrimônio histórico. Mas, na verdade, a maior riqueza é o encontro e a amizade, segundo os organizadores.

A campanha foi lançada em outubro de 2018, liderada pela Associação de Preservação da Memória da Companhia Paulista, e tem tido atividades como limpeza, entrega de telhas simbólicas, instalação de faixa no viaduto, produção de materiais de apoio e até evento natalino – quando mais de 700 pessoas passaram pelo local para ver a chegada do trem iluminado. Em fevereiro, uma reunião tirou propostas para o local.

Os efeitos vem surgindo aos poucos como a criação da Frente Parlamentar do Trem, na Câmara, ou planos de cuidados para o Viaduto São João, comentados na Prefeitura, de acordo com o grupo.

O movimento também tem tido contatos no Ministério Público Federal, no DNIT e nos órgãos ligados ao patrimônio.

O mais importante, entretanto, explicam os organizadores, é a própria comunidade. Novos parceiros, artistas, moradores, estudantes e outros simpatizantes são benvindos no evento.

O acesso ao gramado em frente à estaçãozinha é feito pela escadaria do Viaduto São João (com acesso pela rua Dr. Torres Neves), pela calçada do Complexo Fepasa (com faixa de pedestres para travessia da avenida União dos Ferroviários na altura da esquina com rua Siqueira de Moraes) ou pela calçada oposta ao Mercadão da Ferroviários (com faixa d pedestres na altura da esquina com a rua Engenheiro Monlevade). Um caminho histórico de pedestres, no barranco do final da rua da Padroeira, obriga hoje a usar uma das outras opções.

No sábado, das 10h às 11h, tem encontro de carinho com a memória da cidade (e com seu futuro) no espaço da Estaçãozinha.

Contatos em estacaozinhasos@gmail.com

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