Month: novembro 2017

The fatal flaw of neoliberalism: it’s bad economics

As even its harshest critics concede, neoliberalism is hard to pin down. In broad terms, it denotes a preference for markets over government, economic incentives over cultural norms, and private entrepreneurship over collective action. It has been used to describe a wide range of phenomena – from Augusto Pinochet to Margaret Thatcher and Ronald Reagan, from the Clinton Democrats and the UK’s New Labour to the economic opening in China and the reform of the welfare state in Sweden.

The term is used as a catchall for anything that smacks of deregulation, liberalisation, privatisation or fiscal austerity. Today it is routinely reviled as a shorthand for the ideas and practices that have produced growing economic insecurity and inequality, led to the loss of our political values and ideals, and even precipitated our current populist backlash.

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A elite capitalista age com a arrogância de quem não tem medo

O sociólogo português Boaventura de Sousa Santos afirmou que a ascensão da política neoliberal em todo o mundo hoje se dá pela ausência de uma alternativa real à esquerda, o que permite que as elites instituam livremente projetos de destruição de direitos e não enfrentem a devida resistência. “Eles se comportam com a arrogância de quem não sente medo”, afirmou.

Em evento realizado no domingo (12) no Teatro Oficina, em São Paulo, pelo Vamos! – plataforma de debates da Frente Povo Sem Medo –, o sociólogo português disse que só foi possível o crescimento econômico combinado com redução das desigualdades sociais entre o fim da Segunda Guerra Mundial e as crises do petróleo da década de 1970, no mundo ocidental, devido à existência da União Soviética, que era a representação real de outro modelo que imputava medo aos capitalistas.

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Month: novembro 2017

The fatal flaw of neoliberalism: it’s bad economics

As even its harshest critics concede, neoliberalism is hard to pin down. In broad terms, it denotes a preference for markets over government, economic incentives over cultural norms, and private entrepreneurship over collective action. It has been used to describe a wide range of phenomena – from Augusto Pinochet to Margaret Thatcher and Ronald Reagan, from the Clinton Democrats and the UK’s New Labour to the economic opening in China and the reform of the welfare state in Sweden.

The term is used as a catchall for anything that smacks of deregulation, liberalisation, privatisation or fiscal austerity. Today it is routinely reviled as a shorthand for the ideas and practices that have produced growing economic insecurity and inequality, led to the loss of our political values and ideals, and even precipitated our current populist backlash.

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A elite capitalista age com a arrogância de quem não tem medo

O sociólogo português Boaventura de Sousa Santos afirmou que a ascensão da política neoliberal em todo o mundo hoje se dá pela ausência de uma alternativa real à esquerda, o que permite que as elites instituam livremente projetos de destruição de direitos e não enfrentem a devida resistência. “Eles se comportam com a arrogância de quem não sente medo”, afirmou.

Em evento realizado no domingo (12) no Teatro Oficina, em São Paulo, pelo Vamos! – plataforma de debates da Frente Povo Sem Medo –, o sociólogo português disse que só foi possível o crescimento econômico combinado com redução das desigualdades sociais entre o fim da Segunda Guerra Mundial e as crises do petróleo da década de 1970, no mundo ocidental, devido à existência da União Soviética, que era a representação real de outro modelo que imputava medo aos capitalistas.

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